Adriano
disse que costuma percorrer feiras livres e mercados, como consumidor, e
revela que já foi lesado, assim como muitos idosos. “Eu peço o apoio
dos demais vereadores porque esta indicação é minha, mas é um projeto da
Casa. Com essas balanças sempre aferidas, as pessoas vão poder comprar
suas carnes, feijão, arroz e outras coisas com a certeza de que está
pagando exatamente por aquilo que vai consumir. Já comprei uma carne em
uma banca e achei estranho. Fui conferi na barraca de um amigo e percebi
que havia uma diferença no peso que me fora oferecido”.
O
vereador explicou ainda que não está generalizando e confirmou que tem
muita gente agindo dentro da lei, mas que a fiscalização é necessária.
“Isso é uma questão de Direito do Consumidor. A pessoa vai ter a
tranquilidade porque está pagando exatamente por aquilo que vai comprar e
o comerciante ficará com a consciência tranquila, com a certeza que
está prestando seu serviço honestamente, sem ser leviano. Isso não vai
onerar o município porque é a empresa responsável pelas feiras quem vai
fornecer essas balanças e cuidar para que elas sejam aferidas”.
Adriano
revelou que sua proposta já possui modelos semelhantes em outros
Estados e que funciona muito bem. Ele chama a atenção para pessoas de má
fé que se aproveitam da falta de atenção dos consumidores, em especial,
dos mais idosos. “É uma questão de transparência também! Espero que o
presidente da CCJ e os demais membros sejam sensíveis à nossa proposta
em que não onera o poder público municipal”.
Por
fim, Adriano Taxista explicou que muitas são as demandas da Câmara
Municipal e que grande parte não conseguem ser atendidas em tempo.
“Tinha uma visão antes de ser vereador, de que podia resolver tudo. Hoje
tenho consciência que por mais que a gente se mobilize, por mais que a
gente organize as entidades e categorias, nós não executamos. Por isso
ficamos sem poder fazer muito. Já vamos entrar em recesso. As pessoas
acham que o vereador pode tudo e nem sempre é assim”.
“Vejo
muitas críticas ao prefeito também, mas vejo a presidente da República
fazer muito pior e o povo calado. Mas tenho a consciência que sou um
empregado do povo e tenho que fazer a minha parte. A sociedade também
tem que fazer a dela. Nós cansamos de cobrar melhorias nos terminais de
integração. Três já passaram ou passam por reformar. Os vândalos foram
lá e destruíram ou pincharam. Isso é um absurdo! É o nosso dinheiro
empregado ali. Essas pessoas precisam ser responsabilizadas”, concluiu o
vereador.
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