“As pessoas esquecem que, no fim de suas
vidas, todos morrem. Eu, por exemplo, vim de família humilde, sou
trabalhador e no próximo ano, se não estiver reeleito, vou voltar a ser
motorista de ônibus ou defensor de táxi. Tenho que trabalhar para
sustentar minha família. Enquanto vereador, o meu papel eu tenho certeza
que estou buscando fazer da melhor forma possível”, acrescentou o
vereador.
Adriano lamentou que a classe política,
hoje em dia, seja tão discriminada. “As pessoas generalizam e todo
político para elas agora é ladrão! Dizem que todos são corruptos, que
não prestam, que é isso ou aquilo. Muitos sequer conhecem a sua história
de luta, o seu trabalho social. Temos pessoas de boas intenções na
política também. É o mesmo que ocorre entre os médicos, advogados e na
polícia. Existem bons e maus profissionais”.
Para o vereador, hoje o ser deveria ser
mais humano, ter mais amor ao próximo. “Parece que não há mais solução
para a humanidade, parece que as pessoas perderam a esperança. Ninguém
quer ver a felicidade alheia. Esquecem que um dia todos morrem e terão
que prestar contas. Temos que pensar mais nas pessoas, os governantes
devem ter mais atenção”.
“O câncer está acabando com a nossa
população. Em nossas famílias é comum termos algum parente com câncer.
Essas pessoas precisam de atenção, de carinho, de conforto. É o mínimo
necessário. Eu perdi um irmão jovem, que faleceu com 29 anos, com
câncer. Precisamos de uma solução emergencial, do Hospital do Câncer em
Sergipe. É verdade que ele não vai impedir que as pessoas morram, mas
trará uma chance maior, uma sobrevida e mais dignidade e conforto para
esses pacientes”, completou o vereador.
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