Adriano Taxista clama por reflexão da sociedade

Adriano O vereador de Aracaju, Adriano Oliveira (PSDB), o “Adriano Taxista”, ocupou a tribuna da Câmara Municipal, para defender que a sociedade em geral faça uma reflexão sobre os encaminhamentos que cada um dá para a sua vida. O parlamentar disse que várias famílias estão sendo destruídas pelo câncer e apelou ao governo do Estado para que o Hospital do Câncer saia do papel.
Adriano Taxista lamentou que o mundo esteja ainda mais “prepotente e arrogante” e defendeu que haja mais respeito entre as pessoas e mais reflexão. “Vejo gente querendo desfazer dos acertos dos outros, gente com o objetivo de prejudicar o próximo, de fazer o mal ou de agredir o outro, muitas vezes, apenas porque não gostou do próximo. As pessoas precisam refletir mais”.
“As pessoas esquecem que, no fim de suas vidas, todos morrem. Eu, por exemplo, vim de família humilde, sou trabalhador e no próximo ano, se não estiver reeleito, vou voltar a ser motorista de ônibus ou defensor de táxi. Tenho que trabalhar para sustentar minha família. Enquanto vereador, o meu papel eu tenho certeza que estou buscando fazer da melhor forma possível”, acrescentou o vereador.
Adriano lamentou que a classe política, hoje em dia, seja tão discriminada. “As pessoas generalizam e todo político para elas agora é ladrão! Dizem que todos são corruptos, que não prestam, que é isso ou aquilo. Muitos sequer conhecem a sua história de luta, o seu trabalho social. Temos pessoas de boas intenções na política também. É o mesmo que ocorre entre os médicos, advogados e na polícia. Existem bons e maus profissionais”.
Para o vereador, hoje o ser deveria ser mais humano, ter mais amor ao próximo. “Parece que não há mais solução para a humanidade, parece que as pessoas perderam a esperança. Ninguém quer ver a felicidade alheia. Esquecem que um dia todos morrem e terão que prestar contas. Temos que pensar mais nas pessoas, os governantes devem ter mais atenção”.
“O câncer está acabando com a nossa população. Em nossas famílias é comum termos algum parente com câncer. Essas pessoas precisam de atenção, de carinho, de conforto. É o mínimo necessário. Eu perdi um irmão jovem, que faleceu com 29 anos, com câncer. Precisamos de uma solução emergencial, do Hospital do Câncer em Sergipe. É verdade que ele não vai impedir que as pessoas morram, mas trará uma chance maior, uma sobrevida e mais dignidade e conforto para esses pacientes”, completou o vereador.  

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